segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Eu sou brega, mas quem não é?


Estou rimando "amor" com "dor" e cantarolando "meu iá iá, meu iô iô", tudo porque o dia acordou cinza, aquele meio esverdeado, da cor dos seus olhos nas primeiras horas da manhã. há!

Vamos lá, dê uma palavra que eu te faço um poema, um romance, uma música sertaneja daquelas que não dá pra parar de ouvir.

Ah... Amar é ser brega de dar crise de riso de lembrar que aquele dia eu fiquei tão feliz que até chorei, que enchi a cara e disse que sem você eu não... Vivo (a-há, pensou que eu ia rimar, né?), que esqueci do mundo pra olhar pra você, só pra você.

Minha paixãozinha! Quando se ama, tudo vira diminutivo pra soar carinhoso, e acaba sendo mais brega ainda. Quem liga? Eu ligo, mas... Desliga você primeiro vai! Não, você! Você!

Chuchu, meu bem, bebê... Eu sou brega, mas quem não é?

3 comentários:

Natalie disse...

ahnnnn... queria um amor assim...se ligando nos mínimos detalizinhos, fazendo e falando coisas bregas.. isso faz a gente parecer idiota, mas nos faz feliz..
dehhh, namora comigo? rs

Déborah Vinci disse...

a gente já não tava namorando?
hahaha

Natacha Cortêz disse...

acho q eu nao quero comentar esse texto não.
escreve um outro?
escreve um sobre ...
pipocas.

bem melhor.